Flor Triste
No azul da primavera, a flor mais bela,
Mais meiga, doce, perfumada, ardente,
Mostra seu pranto e, inexplicavelmente,
Seu riso ofusca o lume de uma estrela.
Por quê será que chora a flor, se ela,
Movendo-se, tocada a brando vento,
Tocando-a , ninguém tem sofrimento;
Cheirando-a ninguém pode esquecê-la?
Quem saberá, meu Deus, Por quê ela chora?
Talvez, como eu, aquela flor agora,
Na dor inexorável das tristezas,
Veja a inutilidade desses lumes,
A insignificância dos perfumes
E a efemeridade das belezas.
Djalma Aquino
Campinas/SP, Novembro 2001.
E, ser artista e ser poeta é ser eterno
ResponderExcluirÉ ser vida, mesmo quando em sua morte
É ser sorte, mesmo quando em triste fardo
É ser tudo, mesmo quando resta apenas nada
É ser forte em expressão, mesmo estando fraco
É carregar a dor, com amor, de seu dom de ser ator.
Parabéns pelo Dom, que continue a levar emoção e exteriorizar o que sente e o que te inspira.
Já sou seu fã.
Forte abraçoooo..